Perder um ente querido é sempre doloroso. Ter que lidar com a burocracia do registro de bens dos herdeiros, por meio de um inventário, é quase tanto quanto. Com um tempo estipulado de seis meses a um ano até que o processo seja finalizado (prazos estes que raramente são cumpridos), não apenas ele é lento, como também custoso – existem tributos, gastos com cartórios, honorários de advogado, entre outros.

Isso, sem falar nos desentendimentos entre familiares. Quem nunca ouviu falar de um inventário que perdura há mais de 10 anos? Tudo isto faz com que o Inventário, muitas vezes, causa a dilapidação do patrimônio da família.
Mas há uma luz para os que precisarão resolver esse tipo de situação: a Holding Familiar, uma Pessoa Jurídica que tem o objetivo de organizar o patrimônio da família de modo a garantir segurança, economia fiscal e evita que herdeiros que perderam os pais passem pelo doloroso e custoso processo de inventário.
Então, o caminho é fazer com que uma Pessoa Jurídica seja a dona do patrimônio e organizá-la para que a sucessão de seu comando possa acontecer sem a realização de Inventário.
Por outro lado, deve-se organizar essa Pessoa Jurídica de forma que o atual dono dos bens possa continuar no absoluto comando desses e sozinho (ou em conjunto com seu cônjuge), mas que não dependa do consentimento dos herdeiros e muito menos dos “terceiros”.





